Portugal, Alda Patrícia MarquesGonçalves, José Alberto RibeiroQuintal, Lara Isabel Rodrigues da Silva2026-01-302026-01-302025-09-11http://hdl.handle.net/10400.13/7565Consensual non-monogamies (CNM) have become increasingly visible in psychological and clinical research, yet there remains a substantial gap in understanding how these relational structures are perceived by mental health professionals with advanced training in fields such as family therapy and sexology. This study aims to explore the social representations held by family therapists, sexologists, and sex therapists regarding CNM. To investigate these representations, a qualitative, non-experimental approach was employed using the free word association method based on Abric’s Central Nucleus Theory, with data collected online from a non-probabilistic sample of Portuguese and Spanish therapists (N=156) and analysed through EVOC software. The analysis revealed that “relational diversity”, and “freedom” were central social representations across all Portuguese and Spanish professionals, while additional terms such as “complexity,” “confusing,” and “consent” varied in prominence depending on participants’ therapeutic experience and nationality. The results also suggest that while “relational diversity” and “freedom” are core elements in the social representations of CNM across samples, therapists without clinical experience working with CNM clients tend to associate it more strongly with terms like “confusing” and “complexity”. These results highlight the importance of including CNM-related content in therapist training programs, promoting less stigmatizing and more informed representations. Direct clinical exposure to these relationships may contribute to more sensitive, ethical, and informed interventions in the therapeutic context.As não-monogamias consensuais (NMC) têm vindo a se tornar cada vez mais visíveis na investigação psicológica e clínica, contudo persiste uma falta substancial de estudos para a compreensão de como estas estruturas relacionais são percebidas por profissionais de saúde mental com formação avançada em áreas como terapia familiar e sexologia. Este estudo visa explorar as representações sociais que os terapeutas familiares, sexólogos e terapeutas sexuais mantêm relativamente às NMC. Para investigar essas representações, foi empregue uma abordagem qualitativa, não-experimental, utilizando o método de associação livre de palavras baseado na Teoria do Núcleo Central de Abric, com dados recolhidos online a partir de uma amostra não-probabilística de terapeutas portugueses e espanhóis (N=156) e analisados através do software EVOC. A análise revelou que "diversidade relacional" e "liberdade" eram representações sociais centrais em todos os profissionais portugueses e espanhóis, enquanto termos adicionais como "complexidade", "confuso" e "consentimento" variaram em proeminência dependendo da experiência terapêutica e nacionalidade dos participantes. Os resultados sugerem também que, embora "diversidade relacional" e "liberdade" sejam elementos centrais nas representações sociais das NMC em todas as amostras, os terapeutas sem experiência clínica de trabalho com clientes NMC tendem a associá-las mais fortemente com termos como "confuso" e "complexidade". Estes resultados sublinham a importância de incluir conteúdos relacionados com NMC nos programas de formação de terapeutas, promovendo representações menos estigmatizantes e mais informadas. A exposição clínica direta a estas relações pode contribuir para intervenções mais sensíveis, éticas e informadas no contexto terapêutico.engConsensual non-monogamySocial representationsFamily therapySexologyTranscultural studyNão-monogamia consensualRepresentações sociaisTerapia familiarSexologiaEstudo transculturalClinical Health Psychology and Wellbeing.Faculdade de Artes e HumanidadesConsensual non-monogamies: social representations among family therapists, sex therapists, and sexologists in the Iberian contextmaster thesis204089859