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Publicação

Estudo da qualidade do ar interior em infantários da Região Autónoma da Madeira

dc.contributor.advisorCordeiro, Nereida
dc.contributor.advisorSilva, Gabriela Ventura
dc.contributor.authorCastro, Suati Denise Pereira de
dc.date.accessioned2014-05-23T11:41:07Z
dc.date.available2014-05-23T11:41:07Z
dc.date.issued2014-05-23
dc.date.submitted2011
dc.description.abstractPresentemente as pessoas passam cerca de 90% da sua vida no interior de edifícios, onde a poluição atinge níveis superiores aos registados no exterior. Os infantários são espaços onde a qualidade do ar interior (QAI) deverá ser alvo de maior preocupação, visto ser o local onde as crianças passam uma fase importante do seu desenvolvimento físico-motor. São vários os poluentes que podem comprometer a saúde humana, de entre os quais se destacam os poluentes biológicos, os químicos, e os físico-químicos. O presente trabalho teve como objectivo analisar a QAI em onze infantários da Ilha da Madeira durante as quatro estações do ano. Para o estudo foi levado em consideração a dispersão geográfica e a envolvente rural e urbana. Complementarmente, foi efectuado um estudo aprofundado dos compostos orgânicos voláteis (COVs) em dois dos infantários, com o emprego de amostragem activa e passiva. Nos infantários em análise, verificou-se a existência de um sério problema de renovação do ar no interior das salas, reflectido nas elevadas concentrações de CO2 e bactérias encontradas durante a monitorização dos espaços. As concentrações de fungos raramente excederam o valor máximo de referência (VMR), sendo o Penicillium spp. e o Cladosporium sp., as espécies mais comuns encontradas. Contudo foram detectadas algumas espécies consideradas perigosas para a saúde humana, como o Aspergillus niger e o A. versicolor. Relativamente aos restantes parâmetros (CO, O3, HCHO, NO2, NO, SO2, H2S, PM10, T e HR), na sua generalidade apresentaram concentrações inferiores aos respectivos VMR: excepção para o HCHO que em 40% das análises revelou valores acima do seu VMR, bem como a T e HR, que apresentaram valores fora das respectivas escalas de referência. Não foram encontradas diferenças significativas na QAI entre os onze infantários no que diz respeito à sua localização geográfica e envolvente. No entanto, em alguns parâmetros foram observadas variações sazonais. O estudo dos perfis de COVs revelou que o tipo de amostragem a empregar deve ter em consideração o objectivo da recolha: se for necessária a obtenção de dados como um flash instantâneo, a utilização da amostragem activa é aconselhada, se forem requeridos dados médios de um determinado período de tempo, o emprego da amostragem passiva será a melhor escolha.por
dc.description.sponsorshipUniversidade da Madeirapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.13/598
dc.language.isoporpor
dc.subjectQualidade do ar interiorpor
dc.subjectInfantáriospor
dc.subjectContaminantes químicospor
dc.subjectFungospor
dc.subjectBactériaspor
dc.subjectMadeira (Portugal)por
dc.subjectBioquímica Aplicadapor
dc.subject.por
dc.subjectCentro de Ciências Exatas e da Engenhariapor
dc.titleEstudo da qualidade do ar interior em infantários da Região Autónoma da Madeirapor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.disciplineBioquímica Aplicadapor
thesis.degree.levelMestradopor
thesis.degree.nameMestrado em Bioquímica Aplicadapor

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