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Repositório Institucional da Universidade da Madeira
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Avaliação da força muscular dos membros inferiores em futebolistas
Publication . França, Cíntia; França, Cíntia; Martins, Francisco; Pestana Martins, João Francisco; Przednowek, Krzysztof; Marques, Adilson; Marques, Adilson; Ihle, Andreas; Ihle, Andreas; Sarmento, Hugo; Borges Sarmento, Hugo Miguel; Sarmento, Hugo; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio
No futebol, a avaliação e monitorização da força ao nível das articulações do joelho e da
anca tem sido recomendada no âmbito da prevenção de lesões. Este estudo emerge com
os seguintes objetivos: (1) comparar o desempenho da produção de força ao nível das
articulações do joelho e da anca entre futebolistas enquadrados em diferentes níveis
competitivos; (2) comparar o desempenho da produção de força de acordo com o membro
inferior dominante (MD) e o membro inferior não-dominante (MND) em dois momentos
da época (M1 e M2). Foram avaliados 33 futebolistas profissionais do sexo masculino:
13 enquadrados no grupo de elite (GE) e 20 enquadrados no grupo de sub-elite (GSE).
As avaliações incluíram a composição corporal, o desempenho dos músculos flexores e
extensores do joelho a 60º/s, e o desempenho dos músculos adutores da anca. Para a
análise, o valor de pico de torque (PT) foi normalizado com base na massa corporal para
os músculos flexores e extensores do joelho. No M1, os resultados indicam diferenças
estatisticamente significativas entre grupos, favorecendo o GE, no desempenho dos
flexores a adutores no MD e MND (p < 0.01). No M2, o GE apresentou um desempenho
substancialmente superior nos músculos extensores e flexores (p < 0.01). Na comparação
entre a produção de força entre MD e MND, ganhos estatisticamente significativos foram
observados entre o M1 e M2 em ambos os grupos (p < 0.01). Na análise global, os
futebolistas do GE demonstraram um desempenho superior nos indicadores de força
muscular comparativamente ao GSE.
Tempos ínfimos no futebol: compreender para melhor intervir
Publication . Vicente, António; Fernando, Catarina; Fernando, Catarina; Lopes, Helder; Lopes, Helder
O insucesso (e sucesso) no desporto (e futebol muito em particular) é frequentemente
justificado pelos pormenores, pelos detalhes. Os tempos ínfimos (frações de segundo)
sempre foram fundamentais. O desenvolvimento e generalização de recursos materiais
permitiu o registo de dados (muitos), a quantificação com rigor e precisão, a medição e
contabilização de tempos cada vez mais pequenos do Homem na prestação desportiva.
Mas precisamos igualmente de instrumentos conceptuais para os compreender, para gerir
a abundância de dados. A perceção, compreensão e explicação de um fenómeno pode ser
alterada pela medição de indicadores pertinentes de algumas das suas variáveis. Iremos
apresentar exemplos concretos da importância dos tempos ínfimos no remate no futebol.
Tempos diferentes que solicitam comportamentos igualmente distintos e que importa
conhecer e compreender para que a intervenção seja intencional e fundamentada. Tempos
que são influenciados por espaços e velocidades pelo que não podem estas variáveis ser
ignoradas na intervenção. Iremos procurar evidenciar como os tempos ínfimos ajudam a
compreender os pormenores que fazem a diferença, para poder intervir visando aumentar
as possibilidades de sucesso.
O desporto de natureza na oferta das empresas de animação turística na Madeira
Publication . Prudente, J.; Prudente, João Filipe; Fernando, C.; Fernando, Catarina; Rodrigues, A.; Rodrigues, Ana; Antunes, H.; Antunes, Hélio; Noite, João; Noite Mendes, Joao Manuel; Cardoso, Américo; Ramos Cardoso, Américo; Lopes, H.; Lopes, Helder; Leite, E.; Leite, Eduardo; Teles, S.; Teles, Susana; Sousa, D.; Sousa, Duarte
Nas últimas décadas, assistiu-se a um grande crescimento das atividades de Desporto na
Natureza associadas a um novo paradigma da prática desportiva, e ao desenvolvimento
da indústria de Turismo e Lazer. Estas atividades, realizadas na natureza, dão resposta às
exigências de um novo tipo de turista ativo e constituem um importante produto turístico
oferecido aos visitantes da Madeira, onde as reservas marinhas e o Parque Natural da
Madeira, constituem os espaços utilizados pelos turistas e, pelas empresas de animação
turística, para a realização das suas atividades relacionadas com o turismo ativo e de
natureza. Na última década, o número de empresas de animação turística sofreu um
grande aumento, estando atualmente registadas 451 empresas, das quais, 111 se dedicam
a atividades marítimo-turísticas e em que 23 destas oferecem o mergulho como atividade.
Apenas 27 empresas se encontram registadas como efetuando atividades de Turismo de
Natrueza e oferecem um total de 24 atividades diferentes: Caminhadas é a atividade mais
oferecida (14 empresas), seguida pela Observação de aves e rotas geológicas (6
empresas).
A sistematização dos tipos de adaptações solicitadas nos percursos pedestres – Do desporto ao turismo
Publication . Fernando, Catarina; Fernando, Catarina; Lopes, Helder; Lopes, Helder; Prudente, João; Prudente, João Filipe; Vicente, António
A importância de um laboratório de otimização do rendimento desportivo na Região Autónoma da Madeira
Publication . Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gonçalves, Juan; Silva, Avelino; Reinolds, Sandra; Reinolds Rebolo, Sandra Cristina Vieira; Leon, Carlos
Atualmente, os laboratórios especializados na avaliação da aptidão física e monitorização
da resposta fisiológica humana às exigências das atividades desportivas são um recurso
da máxima importância para a prevenção de lesões e otimização do rendimento
desportivo em desportistas e equipas. Estes laboratórios podem ter o seu foco principal
em 3 áreas complementares: (1) a Saúde dos desportivas, por exemplo utilizar a
informação recolhida para prevenir lesões ou em caso de lesão encontrar estratégias mais
rentáveis de recuperação; (2) melhoria e otimização do desempenho desportivo,
procurando um estado de preparação adequado das capacidades físicas e psicológicas, e
(3) estudos de caracterização da exigência fisiológica das atividades desportivas,
sobretudo em contexto real de treino e competição.
Durante uma mesa-redonda dedicada à discussão sobre a implementação de um
Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo na Região Autónoma da Madeira,
foram abordadas as seguintes questões: O que é um Laboratório de Otimização do
Rendimento Desportivo "de sonho" nas áreas correspondentes? Para que serve um
Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo? Como se poderia operacionalizar
um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo na RAM? Quais são as formas
de financiamento e sustentabilidade de um Laboratório de Otimização do Rendimento
Desportivo? Que estratégias para garantir a sustentabilidade a longo prazo do projeto?
Neste debate destacaram-se a importância dos laboratórios de otimização do rendimento
desportivo para a saúde, o desempenho e o sucesso dos desportistas, bem como a
necessidade de planeamento estratégico e apoio financeiro para a implementação e
manutenção dessas infraestruturas.
