Artigos em revistas nacionais
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Percorrer Artigos em revistas nacionais por assunto "A hole in the mouth"
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- António Aragão e a linguagem da sexualidade acerca do título Um Buraco na Boca para uma reflexão linguísticaPublication . Rebelo, HelenaA Linguística estuda a linguagem verbal, seja em que vertente for, e a Literatura é um domínio que a usa. Em algumas obras, há questões relacionadas com a Sexualidade e observar a linguagem usada para essa temática é, crê-se, do interesse da Linguística. Poderia pensar-se ser, exclusivamente, do âmbito da Sexologia, mas esta linha de investigação tem suscitado pesquisa, desde que se tentou demonstrar que não são as línguas que são sexistas (feministas ou machistas), mas as culturas e as sociedades que representam. Esta linha relaciona a Linguística com a Literatura, contribuindo para tratar temas diversos. Aqui, a proposta é abrir o livro Um Buraco na Boca de António Aragão e propor uma reflexão linguística, partindo do título dessa obra, sobre a linguagem da sexualidade. O tema do incesto que trata é, no geral, pouco abordado porque é proscrito, sobretudo no mundo ocidental do século XXI. Porém, é sabido que quase todas as questões de violência doméstica, nos países ditos “civilizados”, ocorrem essencialmente no seio da família. Que abordagem linguística lhe dá António Aragão na obra Um Buraco na Boca? Terá esse título um sentido sexual? É o que se propõe demonstrar neste estudo.
- A sintaxe de António Aragão em um buraco na boca: análise de uma amostraPublication . Rebelo, Helena: num plano interdisciplinar, a Linguística contribui para o estudo do texto literário. Isso tem sido testado em Um buraco na boca de António Aragão. Analisa-se, aqui, o reflexo do estilo do autor na cons trução frásica dessa narrativa. Através de uma amostra, procura--se ter uma visão geral de alguns parâme tros da sintaxe deste escritor experimentalista, que, subvertendo prescrições gramaticais, ganhou poder criativo. porém, parece ter optado por uma linearidade frásica globalmente simplificada. O que caracteriza, então, a sua sintaxe?
