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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This study explores how artificial intelligence (AI) and user experience (UX) design
principles can enhance access to justice by improving the usability of online case law databases
of international courts, with a particular focus on the Court of Justice of the European Union
(CJEU) and the European Court of Human Rights (ECtHR). Although platforms such as CURIA,
EUR-Lex, and HUDOC have made legal information broadly accessible, they are often criticised
for limited search functionalities and outdated user interfaces. Adopting an auto-ethnographic
perspective, the research investigates how legal professionals interact with these databases and
what design and AI-driven solutions could address existing barriers. The project includes the
development of an experimental prototype on Replit that demonstrates an AI-based
summarisation and interaction model for judicial decisions, aiming to support more intuitive
navigation and comprehension. The findings contribute to the ongoing dialogue between law,
design, and technology, proposing practical insights for future user-centred and AI-assisted legal
information systems.
Este estudo analisa como a inteligência artificial (IA) e os princípios de design de experiência do utilizador (UX) podem reforçar o acesso à justiça, melhorando a usabilidade das bases de dados de jurisprudência dos tribunais internacionais, com especial atenção no Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH). Embora plataformas como o CURIA, o EUR-Lex e o HUDOC tenham tornado a informação jurídica amplamente acessível, continuam a ser criticadas pelas suas interfaces desatualizadas e funcionalidades de pesquisa limitadas. A partir de uma perspetiva autoetnográfica, esta investigação examina como os profissionais do direito utilizam estas plataformas e como o desenho de soluções recorrendo a IA podem superar as atuais barreiras. O projeto inclui o desenvolvimento de um protótipo experimental na plataform Replit concebido para facilitar a navegação e a compreensão das decisões judiciais. Os resultados desta investigação contribuem para promover uma aproximação entre os domínios do direito,design e a tecnologia, com a apresentação de propostas concretas para futuros sistemas de informação jurídica centrados no utilizador e assistidos por IA.
Este estudo analisa como a inteligência artificial (IA) e os princípios de design de experiência do utilizador (UX) podem reforçar o acesso à justiça, melhorando a usabilidade das bases de dados de jurisprudência dos tribunais internacionais, com especial atenção no Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEDH). Embora plataformas como o CURIA, o EUR-Lex e o HUDOC tenham tornado a informação jurídica amplamente acessível, continuam a ser criticadas pelas suas interfaces desatualizadas e funcionalidades de pesquisa limitadas. A partir de uma perspetiva autoetnográfica, esta investigação examina como os profissionais do direito utilizam estas plataformas e como o desenho de soluções recorrendo a IA podem superar as atuais barreiras. O projeto inclui o desenvolvimento de um protótipo experimental na plataform Replit concebido para facilitar a navegação e a compreensão das decisões judiciais. Os resultados desta investigação contribuem para promover uma aproximação entre os domínios do direito,design e a tecnologia, com a apresentação de propostas concretas para futuros sistemas de informação jurídica centrados no utilizador e assistidos por IA.
Descrição
Palavras-chave
Acesso à justiça Inteligência artificial Design UX/UI Sistemas de informação jurídica Tribunais internacionais Jurisprudência TJUE TEDH Access to justice Artificial intelligence UX/UI design Legal information systems International courts Case law CJEU ECtHR Interactive Media Design . Faculdade de Ciências Exatas e da Engenharia
