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Uma escola que se esgotou

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Resumo(s)

O artigo pretende demonstrar a inadequação da escola que temos, nascida no seio da Revolução Industrial, aos tempos que estamos a viver. Partindo da caracterização da modernidade nos planos económico, político, organizacional e pessoal, é patente a conformidade da escola e da “gestão científica” do ensino, através do seu currículo tecnológico, à ambiência fabril da época do seu nascimento. Mas, num quadro de transição paradigmática em que nos encontramos, curiosamente desencadeada ao nível das ciências “duras”, é cada vez mais evidente o desfasamento do saber monolítico e fragmentado que a escola persiste em veicular através do currículo oficial, num ordenamento linear, hierarquizado e territorializado do conhecimento. Dizemos, por isso, que está esgotado o atual modelo de escola num contexto de pós-modernidade.

Descrição

Palavras-chave

Escola fabril Modernidade Pós-modernidade Complexidade . Faculdade de Ciências Sociais

Contexto Educativo

Citação

Sousa, J. M. (2018). Uma escola que se esgotou. Mátria Digital, (6), 826-829.

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Editora

Centro de Investigação Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão

Licença CC