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- Walking football: uma estratégia pedagógica para o ensino do futebol em principiantesPublication . Alves, Adriano; Nisa, Nuno; Arcanjo, Maria; Martins, Francisco; Pestana Martins, João Francisco; Gouveia, Élvio R.; Gouveia, Elvio RúbioO Desporto, de acordo com a Taxonomia das Atividades Desportivas proposta por Almada et al., (2008), é considerado um meio adequado para a transformação do Homem na integra, sendo que os Jogos Desportivos Coletivos de Invasão (JDC- I) poderão ser um meio para tal. Neste sentido, segundo Gouveia et al., (2018), torna-se necessário utilizar abordagens e criar estratégias que estejam enquadradas com as necessidades dos alunos e que permitam desenvolver competências ao nível da capacidade de leitura do contexto, resolução de problemas e criação de estratégias adequadas para tal, caso das abordagens centradas no jogo, maioritariamente através de formatos como Jogos Reduzidos. Assim sendo, o presente estudo pretende investigar e aferir a possibilidade do Walking Football se assumir como uma estratégia adequada ao ensino de futebol em principiantes. Participaram 64 indivíduos (n=64, dos quais 27 pertencem ao sexo feminino e 37 ao masculino) com idades compreendidas entre os 10 e 16 anos pertencentes a 6 turmas do 3º ciclo de uma escola pública do concelho do Funchal. Na abordagem desta temática, as turmas foram intervencionadas de modo idêntico sendo submetidas a 3 aulas (gravadas com recurso a uma câmara de vídeo nomeadamente: 1 de adaptação à modalidade (Baseline Walking Football), 1 de Jogos Reduzidos Convencionais e 1 de Walking Football. Utilizou-se instrumentos como estadiómetro e balança para aferir a altura e peso dos alunos bem como recorreu-se a métodos de avaliação qualitativa da motivação intrínseca (3 momentos distintos: 1º- início da 1ª sessão; 2º e 3º- final de cada sessão). Durante cada sessão, aferiu-se a carga externa (acelerómetros WGT3X), carga interna (frequência cardíaca polar H10) e performance em jogo (GPAI: índices de tomada de decisão, habilidades e ações de suporte). Os resultados obtidos no estudo permitem aferir que o Walking Football poderá ser uma estratégia de ensino do futebol adequada a jovens principiantes. A investigação concretizada ao nível da carga externa e interna não evidenciou diferenças significativas entre as 2 abordagens efetuadas, sendo necessários mais estudos na área do Walking Football em contexto de ensino da Educação Física.
- A importância de um laboratório de otimização do rendimento desportivo na Região Autónoma da MadeiraPublication . Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gonçalves, Juan; Silva, Avelino; Reinolds, Sandra; Reinolds Rebolo, Sandra Cristina Vieira; Leon, CarlosAtualmente, os laboratórios especializados na avaliação da aptidão física e monitorização da resposta fisiológica humana às exigências das atividades desportivas são um recurso da máxima importância para a prevenção de lesões e otimização do rendimento desportivo em desportistas e equipas. Estes laboratórios podem ter o seu foco principal em 3 áreas complementares: (1) a Saúde dos desportivas, por exemplo utilizar a informação recolhida para prevenir lesões ou em caso de lesão encontrar estratégias mais rentáveis de recuperação; (2) melhoria e otimização do desempenho desportivo, procurando um estado de preparação adequado das capacidades físicas e psicológicas, e (3) estudos de caracterização da exigência fisiológica das atividades desportivas, sobretudo em contexto real de treino e competição. Durante uma mesa-redonda dedicada à discussão sobre a implementação de um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo na Região Autónoma da Madeira, foram abordadas as seguintes questões: O que é um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo "de sonho" nas áreas correspondentes? Para que serve um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo? Como se poderia operacionalizar um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo na RAM? Quais são as formas de financiamento e sustentabilidade de um Laboratório de Otimização do Rendimento Desportivo? Que estratégias para garantir a sustentabilidade a longo prazo do projeto? Neste debate destacaram-se a importância dos laboratórios de otimização do rendimento desportivo para a saúde, o desempenho e o sucesso dos desportistas, bem como a necessidade de planeamento estratégico e apoio financeiro para a implementação e manutenção dessas infraestruturas.
- TASRAM-CIT – A génese e as evidências científicas, da escola ao turismoPublication . Lopes, Helder; Lopes, Helder; Gouveia. Élvio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Antunes, Hélio; Antunes, Hélio; Correia, Ana; Alves, Ricardo; Alves, Ricardo; Velosa Barreto Ferreira Alves, José Ricardo; Ornelas, Rui; Ornelas, Rui; França, Cíntia; França, Cíntia; Fernando, Catarina; Fernando, Catarina; Prudente, João; Prudente, João Filipe; Vicente, António; Martins, João; Martins, João; Pestana Martins, João Francisco; Rodrigues, Ana; Rodrigues, Ana
- Avaliação da força muscular dos membros inferiores em futebolistasPublication . França, Cíntia; França, Cíntia; Martins, Francisco; Pestana Martins, João Francisco; Przednowek, Krzysztof; Marques, Adilson; Marques, Adilson; Ihle, Andreas; Ihle, Andreas; Sarmento, Hugo; Borges Sarmento, Hugo Miguel; Sarmento, Hugo; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio RúbioNo futebol, a avaliação e monitorização da força ao nível das articulações do joelho e da anca tem sido recomendada no âmbito da prevenção de lesões. Este estudo emerge com os seguintes objetivos: (1) comparar o desempenho da produção de força ao nível das articulações do joelho e da anca entre futebolistas enquadrados em diferentes níveis competitivos; (2) comparar o desempenho da produção de força de acordo com o membro inferior dominante (MD) e o membro inferior não-dominante (MND) em dois momentos da época (M1 e M2). Foram avaliados 33 futebolistas profissionais do sexo masculino: 13 enquadrados no grupo de elite (GE) e 20 enquadrados no grupo de sub-elite (GSE). As avaliações incluíram a composição corporal, o desempenho dos músculos flexores e extensores do joelho a 60º/s, e o desempenho dos músculos adutores da anca. Para a análise, o valor de pico de torque (PT) foi normalizado com base na massa corporal para os músculos flexores e extensores do joelho. No M1, os resultados indicam diferenças estatisticamente significativas entre grupos, favorecendo o GE, no desempenho dos flexores a adutores no MD e MND (p < 0.01). No M2, o GE apresentou um desempenho substancialmente superior nos músculos extensores e flexores (p < 0.01). Na comparação entre a produção de força entre MD e MND, ganhos estatisticamente significativos foram observados entre o M1 e M2 em ambos os grupos (p < 0.01). Na análise global, os futebolistas do GE demonstraram um desempenho superior nos indicadores de força muscular comparativamente ao GSE.
- Walking football: potencialidades em contexto escolar na educação física - Motivação intrínsecaPublication . Nisa, Nuno; Alves, Adriano; Gaspar, Maria Arcanjo; Martins, Francisco; Pestana Martins, João Francisco; Rodrigues, Nuno; Rodrigues, Nuno; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio RúbioResumo O Desporto é reconhecido como um meio de transformação do indivíduo, em que os Jogos Desportivos Coletivos, quando utilizados com coerência, podem desempenhar um papel fundamental nesse processo de acordo com Almada et al., (2008). De facto, é crucial adotar estratégias de ensino-aprendizagem que vão ao encontro das necessidades dos alunos, motivando-os para a prática desportiva e estimulando as suas tomadas de decisão e capacidades físico-motores segundo Gouveia et al, (2018). O objetivo deste estudo passou por averiguar o potencial aplicativo do Walking Football nas aulas de Educação Física na motivação de alunos dos 2º e 3º ciclos de ensino. Participaram neste estudo 64 indivíduos (27 do sexo feminino e 37 do sexo masculino), com idades entre 10 e 16 anos, pertencentes a 6 turmas de uma escola pública da Região Autónoma da Madeira. Todas as turmas foram submetidas a um protocolo de intervenção, que consistiu em: uma primeira aula experimental de Walking Football e posteriormente três turmas participaram em duas aulas de Jogos Reduzidos Convencionais e as restantes três turmas em duas aulas de Walking Football. Um questionário de avaliação da motivação foi aplicado em três momentos: no início da primeira aula e no final das segundas e terceiras aulas. Este questionário apresenta na sua estrutura 5 dimensões para a análise da motivação: Prazer, Perceção de Competência, Esforço, Tensão e Compromisso Futuro. Os resultados do estudo demonstraram que a implementação do Walking Football em contexto escolar teve um impacto positivo nas dimensões associadas à motivação dos alunos dos 2º e 3º ciclos de ensino. Futuros estudos sobre esta temática são necessários em diferentes populações e contexto para que tais resultados possam ser generalizados.
- Diferenças do perfil físico e aptidão funcional entre jogadores de futebol e futsalPublication . Santos, João; Santos, Francisco; Baeta Santos, Francisco José; Rúbio, Élvio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio RúbioO Futsal e o Futebol são dois desportos praticados a um ritmo elevado (Kartal, R. 2016). A evidência científica sugere que no futebol a intensidade média varia entre 80-90% da FCmáx e o VO2máx entre 50-75 ml·kg-1·min-1, no futsal a intensidade média varia entre 85-90% da FCmáx e os valores de VO2máx entre 50-55 ml·kg-1·min-1 (Leite, 2016). A intensidade de um jogo de futsal é mais elevada do que um jogo de futebol, tornando-se indispensável uma elevada capacidade anaeróbia e uma maior presença da força muscular (Vaeyens, Lenoir, Williams, & Philippaerts, 2007). O presente estudo passou por analisar as diferenças ao nível do perfil físico e aptidão funcional entre os jogadores destas modalidades nos parâmetros da composição corporal, força muscular, resistência aeróbia e equilíbrio. A amostra foi composta por 14 jogadores (21.8 anos, 174.2cm, 70.8kg) de futsal e 24 jogadores (20.7 anos, 173.5cm, 73.3kg) de futebol da equipa B do Club Sport Marítimo, durante a época 2022-2023. Os praticantes foram avaliados nas variáveis da composição corporal da composição corporal (Inbody 770), força muscular dos embros inferiores (Isocinético Biodex System Pro 4), força explosiva dos membros inferiores (Optojump Next), flexibilidade (teste do Sit and Reach), equilíbrio (Biodex Balance System) e resistência cardiorrespiratória (COSMED K5). Em termos de resultados, foram verificadas diferenças significativas ao nível da flexibilidade, força muscular máxima, força explosiva dos membros inferiores e somente numa das variáveis da composição corporal, nomeadamente o conteúdo de água intracelular. Em todos os parâmetros mencionados, os jogadores de futebol apresentaram valores mais elevados comparativamente aos de futsal. Por outro lado, não foram verificas diferenças significativas na aptidão cardiorrespiratória nem no equilíbrio. Através do presente estudo é possível concluir que apesar de todas as semelhanças existentes entre a modalidade de futebol e futsal, existem realmente algumas diferenças relativamente ao perfil físico dos seus praticantes.
- Walking football: estratégias de implementação de programas de walking football em diferentes contextosPublication . Seabra, André; Santos, Francisco; Baeta Santos, Francisco José; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio RúbioO Walking Football (WF) surgiu como uma estratégia promissora no âmbito dos desportos recreacionais de equipa (Andersson et al., 2023; Barbosa et al., 2020; Corepal et al., 2020; McEwan et al., 2019). É uma adaptação com grande potencial, devido ao grande impacto que o futebol apresenta na nossa sociedade. Os objetivos desta apresentação passam por: 1) mostrar os projetos científicos que a Federação Portuguesa de Futebol tem desenvolvido em torno do WF; 2) realizar um ponto de situação sobre a demografia do WF em Portugal, assim como, as estratégias utilizadas para que o número de praticantes tenha aumentado ao longo dos últimos anos; 3) apresentar quais as estratégias mais viável e aconselháveis para a implementação de programas de WF em diversos contextos; 4) Demonstrar, através de exemplos concretos, como podem ser desenvolvidas as diferentes capacidades condicionais no treino de WF, assim como, as adaptações possíveis em função do perfil dos praticantes. Toda esta informação é fundamental para que técnicos e profissionais do exercício físico possam implementar sessões de WF de forma segura e adequada ao nível dos seus praticantes, com o objetivo de promover a saúde, o bem-estar e a inclusão social.
- Seminário Internacional Desporto e Ciência 2025: livro de atasPublication . Antunes, Hélio; Antunes, Hélio; Ornelas, Rui; Ornelas, Rui; Lopes, Helder; Lopes, Helder; Fernando, Catarina; Fernando, Catarina; Rodrigues, Ana; Rodrigues, Ana; Correia, Ana Luísa; Correia, Ana Luisa Rodrigues Figueira de Sousa; França, Cíntia; França, Cíntia; Gouveia, Élvio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio
- Applied depth cameras In sports biomechanicsPublication . Maciejewski, Konrad; Martins, Francisco; Pestana Martins, João Francisco; Martinho, Diogo; Martinho, Diogo; Sliż, Maciej; Sarmento, Hugo; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Przednowek, Krzysztof
- Efeitos do destreino de curto prazo na composição corporal, força, potência e capacidade anaeróbica de jogadores de futebolPublication . Saldanha, João; Santos, Francisco; Baeta Santos, Francisco José; Gouveia, Élvio R.; Gouveia, Élvio Rúbio; Gouveia, Elvio Rúbio; Gouveia, Elvio RúbioResumo O destreino pode ser definido como uma redução parcial ou interrupção total das cargas de treino, levando a uma série de adaptações físicas e fisiológicas. Estudos anteriores evidenciaram reduções significativas no desempenho de força e potência em atletas com diferentes antecedentes de treino após uma pausa de longo prazo (ou seja, períodos superiores a 4 semanas). Por outro lado, relativamente ao destreino de curto prazo (ou seja, <4 semanas), o nível de evidência é limitado. Portanto, até ao momento, não existe consenso acerca dos efeitos das interrupções de curto-prazo no decorrer da época, o que representa uma limitação da pesquisa atual na modalidade do Futebol. O objetivo do estudo é analisar os efeitos de uma paragem de 5 dias nas qualidades físicas de jogadores de futebol, em que os participantes foram avaliados em dois momentos, pré e pós interrupção, no que diz respeito à sua Composição Corporal, Força Máxima de Abdução e Adução da Coxa, Potência Muscular (Saltos Verticais) e Capacidade de Sprints Repetidos (Teste ‘RAST’). Verificaram-se diferenças significativas apenas na Capacidade de Sprints Repetidos, tendo o desempenho geral da equipa piorado, no tempo total de execução, na potência pico e na velocidade máxima atingida no teste ‘RAST’. As restantes avaliações parecem não ter sofrido alterações relevantes após o período de paragem. Uma compreensão mais profunda desta questão é fundamental para os treinadores e cientistas do desporto envolvidos no planeamento e operacionalização diária de sessões de treino, a fim de ajudar a selecionar e a sequenciar, de uma forma mais adequada, o conteúdo e intensidade do treino ao longo da época competitiva.
