Percorrer por autor "Rodrigues, A."
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- Aplicação do modelo de educação desportiva na matéria de ginástica: da conceção à avaliaçãoPublication . Vieira, A.; Barreto, S.; Marques, G.; Gouveia, E.; Carvalho, J.; Fernandes, G.; Rodrigues, A.
- Atletismo da Região Autónoma da Madeira: o perfil psicológico e motivacional dos desportistasPublication . Gonçalves, C.; Rodrigues, A.; Lopes, H.Os fatores psicológicos são muitas vezes apontados como justificação da obtenção de determinados resultados desportivos, principalmente se as prestações ficam abaixo do que é esperado. No desporto, onde o principal objetivo é rentabilizar todos os fatores que podem potenciar a prestação, tais como os fatores psicológicos, a motivação tem um papel essencial para alcançar os desideratos estipulados. Assim, o estudo do Perfil Psicológico de Prestação tem uma elevada importância devido ao facto de ser possível realçar as principais caraterísticas psicológicas evidenciadas pelos atletas que fazem parte do estudo. Com o desenvolvimento do presente estudo pretendemos caraterizar os desportistas de atletismo relativamente ao seu perfil psicológico e motivacional, bem como estudar as diferenças no perfil psicológico e motivacional considerando o género, passado desportivo, nível de competição, volume de treino e disciplina técnica. A amostra é constituída por 56 sujeitos de ambos os sexos (22 do sexo masculino e 34 do sexo feminino), com uma média de idades de 14,54± 1,84 anos, todos atletas de formação federados na modalidade de atletismo. Todos os participantes no estudo preencheram dois questionários, um sobre o Perfil Psicológico de Prestação, desenvolvido por Vasconcelos-Raposo (1993), constituído por 42 questões e outro sobre Motivação para o Desporto (Versão portuguesa da Sport Motivational Scale (SMSp)) adaptadao por Serpa, S., Alves, P.& Barreiros, A. (2004), contituído por 29 questões. Constatamos que entre géneros, não se verificaram diferenças com significado estatístico, nos scores avaliados do perfil psicológico para a prestação motora. Em todos os scores da motivação os rapazes apresentam, em média, valores superiores em relação às raparigas, à exceção do score da amotivação. Em relação às disciplinas técnicas, verificou-se diferenças com significado estatístico no score Amotivação , sendo que os praticantes de lançamentos e/ou saltos apresentam valores superiores comparativamente aos praticantes de corrida e de os praticantes que fazem todas as disciplinas técnicas (corrida, lançamento e saltos).
- O desporto de natureza na oferta das empresas de animação turística na MadeiraPublication . Prudente, J.; Prudente, João Filipe; Fernando, C.; Fernando, Catarina; Rodrigues, A.; Rodrigues, Ana; Antunes, H.; Antunes, Hélio; Noite, João; Noite Mendes, Joao Manuel; Cardoso, Américo; Ramos Cardoso, Américo; Lopes, H.; Lopes, Helder; Leite, E.; Leite, Eduardo; Teles, S.; Teles, Susana; Sousa, D.; Sousa, DuarteNas últimas décadas, assistiu-se a um grande crescimento das atividades de Desporto na Natureza associadas a um novo paradigma da prática desportiva, e ao desenvolvimento da indústria de Turismo e Lazer. Estas atividades, realizadas na natureza, dão resposta às exigências de um novo tipo de turista ativo e constituem um importante produto turístico oferecido aos visitantes da Madeira, onde as reservas marinhas e o Parque Natural da Madeira, constituem os espaços utilizados pelos turistas e, pelas empresas de animação turística, para a realização das suas atividades relacionadas com o turismo ativo e de natureza. Na última década, o número de empresas de animação turística sofreu um grande aumento, estando atualmente registadas 451 empresas, das quais, 111 se dedicam a atividades marítimo-turísticas e em que 23 destas oferecem o mergulho como atividade. Apenas 27 empresas se encontram registadas como efetuando atividades de Turismo de Natrueza e oferecem um total de 24 atividades diferentes: Caminhadas é a atividade mais oferecida (14 empresas), seguida pela Observação de aves e rotas geológicas (6 empresas).
- Educação por decreto e didática por catálogo: duas vertentes do mesmo problemaPublication . Lopes, H.; Gouveia, É.; Rodrigues, A.; Vicente, A.; Prudente, J.; Alves, R.; Correia, A.; Fernando, C.
- Necessidades educativas especiais e as aulas de educação física: do desafio à realidadePublication . Rodrigues, A.; Prudente, J.; Lopes, H.Passados 25 anos da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994) torna-se relevante realizar uma reflexão sobre a realidade da Educação Inclusiva, no contexto internacional, nacional e regional. A promoção da inclusão nas aulas de Educação Física de alunos com Necessidade Educativas Especiais, implica não só um domínio de ferramentas didático-pedagógicas que promovam essa inclusão, mas também o desenvolvimento de competências associadas com a prescrição e controlo do exercício físico, numa população que apresenta condições específicas. Neste contexto, pretende-se com o desenvolvimento do presente trabalho, refletir sobre aspetos de macro, meso e micro organização do processo ensinoaprendizagem, a sua relação e a influência na promoção de um ambiente potencializador da inclusão. Alguma indefinição no programa curricular da disciplina de Educação Física, suscitando dificuldades de trabalho em equipa, na aquisição e gestão de recursos espaciais e materiais, bem como lacunas na formação de docentes. Estes são alguns dos fatores que poderão condicionar a implementação de uma Educação Física Inclusiva. Contudo, o desenvolvimento de futuras investigações neste domínio, tornam-se necessárias face à reduzida produção científica sobre a temática.
- As novas tecnologias e a rotura do processo pedagógicoPublication . Lopes, H.; Rodrigues, A.; Gouveia, É.; Vicente, A.; Prudente, J.; Simões, J.; Fernando, C.
- Operacionalização do modelo de educação desportiva na ginásticaPublication . Barreto, S.; Carvalho, J.; Marques, G.; Rodrigues, A.Face à crescente desmotivação dos alunos para a Educação Física, a comunidade científica procurou conceber diversas metodologias de ensino, das quais destacamos em particular o Modelo de Educação Desportiva (MED). No entanto, são ainda escassos estudos que analisam a implementação deste modelo na matéria de ginástica, uma matéria nuclear, presente no Plano Nacional de Educação Física. Acreditamos que a aplicação do MED seria vantajosa no desenvolvimento de competências pelos alunos, pelo que se torna crucial a divulgação e conceção de ferramentas didático-pedagógicas neste domínio, que auxiliem aos docentes. Neste contexto, com o presente trabalho pretende-se conceber e apresentar uma estruturação do MED para a matéria de ensino de ginástica, de forma a facilitar o processo de operacionalização em contexto escolar. Ao longo do trabalho é apresentado a estruturação do MED, centrado em 4 etapas fundamentais (i) avaliação inicial; (ii) a préepoca; (iii) a época e (iv) avaliação final. Para cada uma das fases é indicada duração, conteúdos desenvolvidos e estratégias utilizadas, bem como tarefas desenvolvida por cada um dos intervenientes. A aplicação do MED em contexto escolar é na nossa opinião vantajosa e possível, no entanto, torna-se necessário aprofundar os efeitos desta metodologia, analisar e refletir as estratégias de implantação através do desenvolvimento de futuras investigações.
- O pedómetro enquanto instrumento de otimização do processo pedagógicoPublication . Pinto, J.; Rodrigues, A.; Gouveia, É.; Nóbrega, M.; Lopes, H.Este trabalho teve como principais objetivos: (i) caraterizar os níveis de Atividade Física (AF) em adolescentes e jovens; (ii) comparar o número de passos relativamente aos dias úteis, dias de fim de semana e dias com aulas de Educação Física (EF); (iii) identificar os hábitos e rotinas diárias dos alunos em conformidade com o número de passos realizados, na tentativa de torná-los mais ativos e (iv) desenvolver a perceção dos alunos acerca das potencialidades e limitações deste aparelho. Participaram neste estudo 20 adolescentes de ambos os sexos (15 do sexo feminino e 5 do sexo masculino) com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos de uma turma de 12°Ano da Escola Secundária de Francisco Franco. Para a avaliação da AF recorreu-se ao pedómetro Omron Modelo HJ 321, com capacidade de registo por 7 dias, avaliando o número de passos percorridos por dia, distância (Km), calorias despendidas e número de passos aeróbicos (número de passos realizados após 10 minutos de atividade consecutivos). Todos os participantes utilizaram por um período de 7 dias, 5 dias úteis (incluindo 2 dias com aulas de EF), e 2 dias de fim de semana. Em média, os participantes realizam 14928 passos e 13152 passos nos dias com aulas de EF 1 e 2, respetivamente; comparativamente com os 7896 passos realizados no dia útil 1, 5597 passos no dia útil 2 e 8306 passos no dia útil 3. Ao fim de semana, a média de número de passos ainda se torna mais preocupante, pois no dia de fim-de-semana 1 a média de passos concretizados é de 4516 passos e no dia de fim de semana 2 é de 3237 passos. Os dias com aulas de EF foram também os que apresentaram uma maior percentagem de alunos muito ativos pelo qual é notória a importância da EF e da prática de exercício físico para a aquisição de um estilo de vida ativo.
- Skeletal maturity and socio-economic status in portuguese children and youths: the Madeira growth studyPublication . Freitas, Duarte Luís de; Maia, José António Ribeiro; Beunen, Gaston Prudence; Lefevre, Johan Aimé; Claessens, Albrecht Leo; Marques, A.; Rodrigues, A.; Silva, C.; Crespo, Maria; Thomis, Martine Ann; Sousa, A.; Malina, Robert M.Skeletal maturity is used to evaluate biological maturity status. Information about the association between socio-economic status (SES) and skeletal maturity is limited in Portugal. Aims: The aim of this study is to document the skeletal maturity of youths in Madeira and to evaluate variation in maturity associated with SES. Subjects and methods: The study involved 507 subjects (256 boys and 251 girls) from the Madeira Growth Study, a mixed-longitudinal study of five cohorts (8, 10, 12, 14 and 16 years of age) followed at yearly intervals over 3 years (1996–1998). A total of 1493 observations were made. Skeletal age was estimated from radiographs of the hand and wrist using the Tanner–Whitehouse 2 method (TW2). Social class rankings were based on Graffar’s (1956) method. Five social rankings were subsequently grouped into three SES categories: high, average and low. Results: Median for the radius, ulna and short finger bones (RUS scores) in the total sample of boys and girls increased curvilinearly across age whereas median for the 7 (without pisiform) carpal bones (Carpal scores) increased almost linearly. The 20-bone maturity scores demonstrated distinctive trends by gender: the medians for boys increased almost linearly while the medians for girls increased curvilinearly. SES differences were minimal. Only among children aged 10–11 years were high SES boys and girls advanced in skeletal maturity. Madeira adolescents were advanced in skeletal maturity compared with Belgian reference values. Conclusion: The data suggests population variation in TW2 estimates of skeletal maturation. Skeletal maturity was not related to SES in youths from Madeira.
